Nego de Sevi (Ronildo Leite Maniçoba) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Conceição em 2016 e 2008. A maior votação foi em 2016, para vereador em Conceição/PB: 673 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Conceição/PB, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 559 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 3 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2012 (69% com cessão ou locação de veículos) e R$ 1 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
673 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições
A votação de Ronildo Leite Maniçoba em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados
Nego de Sevi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Conceição (PB) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 559 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2012, 69% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados
Gastos em 2012R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 51% · pessoas 17% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 30020,3%
Materiais impressosR$ 18012,2%
Outras 1 categoriaR$ 1 mil67,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.