Professor Patricio

Foto de Severino Patricio Neto
Professor Patricio
Severino Patricio Neto (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PTB
50 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Patricio (Severino Patrício Neto) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Capim em 2008. A maior votação foi em 2012, para vereador em Capim/PB: 136 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Capim/PB, declarou R$ 150 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 150, principalmente com serviços de terceiros (R$ 150). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2012 (69% com cessão ou locação de veículos) e R$ 1 mil em 2008.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Severino Patricio Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 150 em receitas · R$ 150 em gastos contratados

Professor Patricio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Capim (PB) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 150 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 150, principalmente com serviços de terceiros (R$ 150). Em 2012, 69% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, 44% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 150campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 150contratados
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Capim (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 150
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 150100,0%
2012Vereador, Capim (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil68,6%
  • Materiais impressosR$ 30017,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25014,3%
2008Vereador, Capim (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 99% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 52543,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1038,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 57047,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Severino Patricio Neto (Professor Patricio): candidaturas e votos · Radar do Voto