Guilherme Almeida

Foto de Guilherme Augusto Figueiredo de Almeida
Guilherme Almeida
Guilherme Augusto Figueiredo de Almeida (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PP
55 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Guilherme Almeida (Guilherme Augusto Figueiredo de Almeida) disputou 10 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010 e 2006; vereador de Campina Grande em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PB: 29.858 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PB, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 116 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 220 mil em 2014 e R$ 254 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

4.832 votos em 2018 · 10 eleições

A votação de Guilherme Augusto Figueiredo de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 175 mil em receitas · R$ 150 mil em gastos

Guilherme Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006, 2010 e 2014, prefeito em Campina Grande (PB) em 2012, e deputado federal por Paraíba em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 116 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Em 2014, R$ 220 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 254 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 175 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 150 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 220 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 175 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 86% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 150 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 116 mil77,2%
  • Materiais impressosR$ 14 mil9,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil7,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil3,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil2,8%
2014Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 220 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 16% · empresas 2% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 220 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 86 mil39,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 44 mil19,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 30 mil13,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil10,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 38 mil17,1%
2012Prefeito, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 337 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 50% · empresas 4% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 254 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 75 mil29,5%
  • Materiais impressosR$ 73 mil28,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 35 mil13,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil12,5%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil15,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 183 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 16% · empresas 1% · próprios 81%
Gasto contratado
R$ 183 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 43 mil23,5%
  • PessoalR$ 39 mil21,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31 mil17,1%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil8,2%
  • Outras 8 categoriasR$ 54 mil29,7%
2006Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil52,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil14,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 3 mil9,0%
  • PessoalR$ 2 mil6,2%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil18,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2004, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892