Elias Ferraz (Elias Cãncio Carvalho) disputou 4 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Rondon do Pará em 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Rondon do Pará/PA: 4.451 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Rondon do Pará/PA, declarou R$ 225 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Partidário, R$ 71 de outras campanhas, R$ 91 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 103 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 42 mil), militância e mobilização de rua (R$ 34 mil) e pessoal (R$ 24 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 34 mil, 59% com baixa de estimáveis - publicidade por carros de som.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
3.290 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Elias Cancio Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 225 mil em receitas · R$ 225 mil em gastos contratados
Elias Ferraz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Rondon do Pará (PA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 225 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Partidário, R$ 71 de outras campanhas, R$ 91 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 103 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 42 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 34 mil). Em 2012, 59% dos R$ 34 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - publicidade por carros de som.
Receitas em 2016R$ 225 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 225 milcontratados
Gastos em 2012R$ 34 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 76% · pessoas 12% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 5 mil14,1%
Materiais impressosR$ 7502,2%
Outras 6 categoriasinclui R$ 180 lançados como "diversas a especificar" e R$ 4 doados a outros candidatos e partidosR$ 28 mil83,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 1996ELEITO391LRondon do Pará, Pará · 25 anos · Ensino fundamental completo · Comerciario · PSDB · nº 45688 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.