43 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental completo
Vereador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tunico Doido (Antonio Mares Pereira) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Pacajá em 2012; vereador de Pacajá em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Pacajá/PA: 11.882 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Pacajá/PA, declarou R$ 338 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido, R$ 211 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 98 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 82 mil), pré-instalação física de comitê de campanha de candidato (R$ 24 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2010 e R$ 14 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
11.882 votos em 2012 (eleito) · 3 eleições
A votação de Antonio Mares Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 338 mil em receitas · R$ 194 mil em gastos contratados
Tunico Doido declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Pacajá (PA) em 2008, deputado estadual por Pará em 2010, e prefeito em Pacajá (PA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 338 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido, R$ 211 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 98 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 82 mil) e pré-instalação física de comitê de campanha de candidato (R$ 24 mil). Em 2010, R$ 11 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 14 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 338 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 194 milcontratados
Gastos em 2010R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.