Gaucho da Entre Rios (Nilson Daniel) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Medicilândia em 2012; vereador de Nova Esperança do Sudoeste em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Medicilândia/PA: 5.383 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Medicilândia/PA, declarou R$ 143 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 54 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 87 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 205 mil, principalmente com pessoal (R$ 113 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 214 mil.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
2.214 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Nilson Daniel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 143 mil em receitas · R$ 205 mil em gastos contratados
Gaucho da Entre Rios declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Medicilândia (PA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 143 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 54 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 87 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 205 mil, principalmente com pessoal (R$ 113 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil). Em 2012, R$ 214 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 143 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 205 milcontratados
Gastos em 2012R$ 214 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 38% · pessoas 25% · empresas 20% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 214 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 32 mil15,0%
Materiais impressosR$ 8 mil3,6%
Serviços de terceirosR$ 2 mil1,1%
PessoalR$ 2 mil0,7%
Locação de imóveisR$ 1 mil0,6%
Outras 10 categoriasinclui R$ 117 doados a outros candidatos e partidosR$ 169 mil79,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA178LNova Esperança do Sudoeste, Paraná · 38 anos · Ensino fundamental completo · Trabalhador Agrícola · PPB · nº 11222 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PDT / PTB / PPS / PFL
Vereador · 1996ELEITO223LNova Esperança do Sudoeste, Paraná · 34 anos · PMDB · nº 15622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.