- Serviços de terceirosR$ 30052,6%
- Materiais impressosR$ 16528,9%
- Materiais impressosR$ 9516,7%
- Outras 1 categoriaR$ 101,8%
Carlinhos da Taboca (Carlos Alves Moreira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Araputanga/MT: 61 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Araputanga/MT, declarou R$ 570 em receitas: R$ 95 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 175 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 570, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300), publicidade por materiais impressos (R$ 165) e publicidade por materiais impressos (R$ 95). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 90, 100% com combustíveis e lubrificantes.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Alves Moreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlinhos da Taboca declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Araputanga (MT) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 570 em receitas: R$ 95 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 175 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 570, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300) e publicidade por materiais impressos (R$ 165). Em 2012, 100% dos R$ 90 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.