Arcilio Jesus da Cruz

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Arcilio Jesus da Cruz
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSB
49 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Prefeito
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Chindo (Arcilio Jesus da Cruz) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Acorizal em 2012; vereador de Acorizal em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Acorizal/MT: 2.648 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Acorizal/MT, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 38 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil), pessoal (R$ 15 mil) e serviços de terceiros (R$ 13 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 30 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.648 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Arcilio Jesus da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 73 mil em receitas · R$ 77 mil em gastos contratados

Chindo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Acorizal (MT) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 38 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil) e pessoal (R$ 15 mil). Em 2012, R$ 30 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 73 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 77 milcontratados
Gastos em 2012R$ 30 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Acorizal (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 73 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 52% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 77 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil32,7%
  • PessoalR$ 15 mil19,4%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil16,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 11 mil13,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 14 mil18,3%
2012Prefeito, Acorizal (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
18 doadores pessoas físicas
pessoas 69% · empresas 26% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil36,1%
  • Materiais impressosR$ 10 mil34,4%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 5 mil16,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil13,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Arcilio Jesus da Cruz (Chindo): candidaturas e votos · Radar do Voto