Heliomar Cangussú da Silva

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Heliomar Cangussú da Silva
4 eleições entre 2012 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
59 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Gerente
redes informadas ao TSE
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Baixinho (Heliomar Cangussú da Silva) disputou 4 eleições entre 2012 e 2020, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Paranaíba em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Paranaíba/MS: 841 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Paranaíba/MS, declarou R$ 606 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 25 mil em 2018 (96% com serviços de terceiros) e R$ 1 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

86 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Heliomar Cangussú da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 606 em receitas

Baixinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Paranaíba (MS) em 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 606 em receitas, de outras campanhas. Em 2018, 96% dos R$ 25 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 606campanha encerrada
Gastos em 2018R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Paranaíba (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 606
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
sem doações de pessoas
FEFC 98% · partido e outras campanhas 2%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 24 mil96,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil4,0%
2016Vereador, Paranaíba (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 74%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 35025,9%
  • Materiais impressosR$ 20014,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 80059,3%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Paranaíba (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 73% · pessoas 17% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil51,6%
  • Materiais impressosR$ 8 mil28,6%
  • Materiais impressosR$ 2060,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 5 mil19,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Heliomar Cangussú da Silva (Baixinho): candidaturas e votos · Radar do Voto