Diogo Robalinho de Queiroz

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Diogo Robalinho de Queiroz
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido MDB
66 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Pecuarista
redes informadas ao TSE
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Tita (Diogo Robalinho de Queiroz) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Paranaíba em 2012, 2000 e 1996; deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MS: 20.277 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Paranaíba/MS, declarou R$ 262 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 169 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 79 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 262 mil, principalmente com pessoal (R$ 111 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e publicidade por adesivos (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 308 mil em 2012 (43% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 426 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

5.924 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Diogo Robalinho de Queiroz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 262 mil em receitas · R$ 262 mil em gastos

Tita declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006 e 2010, e prefeito em Paranaíba (MS) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 262 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 169 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 79 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 262 mil, principalmente com pessoal (R$ 111 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil). Em 2012, 43% dos R$ 308 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2010, 64% dos R$ 426 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 262 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 262 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 308 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Paranaíba (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 262 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 6% · pessoas 64% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 262 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 111 mil42,3%
  • Materiais impressosR$ 44 mil16,6%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil2,9%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil2,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 93 mil35,4%
2012Prefeito, Paranaíba (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
47 doadores pessoas físicas
pessoas 35% · empresas 32% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 308 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 100 mil32,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 209 mil67,7%
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 426 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 4% · empresas 44% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 426 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 275 mil64,4%
  • Materiais impressosR$ 43 mil10,2%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil3,5%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil1,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 85 mil20,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 260 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 8% · empresas 22% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 260 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 174 mil67,1%
  • Materiais impressosR$ 9 mil3,6%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil2,5%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,8%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 68 mil26,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2010 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Diogo Robalinho de Queiroz (Tita): candidaturas e votos · Radar do Voto