3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PSDB
67 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, José Antônio (José Antônio Assad e Faria) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Ladário em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Ladário/MS: 5.098 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Ladário/MS, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 7 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 291 mil em 2012 e R$ 163 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.217 votos em 2020 · 3 eleições
A votação de Jose Antonio Assad e Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 101 mil em receitas · R$ 99 mil em gastos
José Antônio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Ladário (MS) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 7 mil). Em 2012, R$ 291 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 163 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 101 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 99 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 291 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 43% · empresas 51% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 163 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 21 mil12,9%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 14 mil8,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil7,8%
PessoalR$ 9 mil5,7%
Outras 4 categoriasinclui R$ 83 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 106 mil65,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.