- Materiais impressosR$ 17 mil13,3%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 46 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 108 mil86,7%
Dr. Felipe (Luiz Felipe Barreto de Magalhães) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Chapadão do Sul/MS e foi eleito com 5.967 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Chapadão do Sul/MS, declarou R$ 156 mil em receitas: R$ 108 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 40 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 125 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 36 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil).
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Dr. Felipe declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Chapadão do Sul (MS) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 156 mil em receitas: R$ 108 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 40 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 125 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 36 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.