Geraldo Preto

Foto de Geraldo Nunes Siqueira
Geraldo Preto
Geraldo Nunes Siqueira (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PTB
60 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Administrador
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldo Preto (Geraldo Nunes Siqueira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Bodoquena em 2016 e 2008; vereador de Bodoquena em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Bodoquena/MS: 2.384 votos. Na campanha de 2020 para vice-prefeito em Bodoquena/MS, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de outras campanhas. Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil, 47% com combustíveis e lubrificantes.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.384 votos em 2012 · 7 eleições

A votação de Geraldo Nunes Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 9 mil em receitas

Geraldo Preto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Bodoquena (MS) em 2012, e vice-prefeito em Bodoquena (MS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de outras campanhas. Em 2012, 47% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2020R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vice-prefeito, Bodoquena (MS)
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 89% · partido e outras campanhas 11%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Prefeito, Bodoquena (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
doações de pessoas
pessoas 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil46,5%
  • Materiais impressosR$ 3 mil25,8%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 57 lançados como "diversas a especificar" e R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil27,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892