- PessoalR$ 23 mil40,3%
- Serviços de terceirosR$ 12 mil21,6%
- Materiais impressosR$ 11 mil19,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil9,0%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 50 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil9,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luiz Antonio (Luiz Antônio Pulcherio Lopes Conde Bastos Rego Matos de Sousa) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Várzea da Palma em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Várzea da Palma/MG: 10.444 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Várzea da Palma/MG, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 30 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil), serviços de terceiros (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 62 mil em 2012 (58% com publicidade por materiais impressos) e R$ 35 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Antonio Pulcherio Lopes Conde Bastos Rego Matos de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luiz Antonio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Várzea da Palma (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 30 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil) e serviços de terceiros (R$ 12 mil). Em 2012, 58% dos R$ 62 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 35 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.