- PessoalR$ 4 mil57,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil23,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4106,8%
- Publicidade por carros de somR$ 3145,2%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 94 lançados como "diversas a especificar"R$ 4046,7%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Terezinha Professora (Terezinha das Graças de Melo) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em Unaí/MG, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 160 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 410). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 206.
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Terezinha Professora declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Unaí (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 160 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 206 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.