- Militância e mobilização de ruaR$ 37 mil67,9%
- Materiais impressosR$ 12 mil21,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil8,1%
- Locação de imóveisR$ 1 mil1,8%
- Outras 2 categoriasR$ 6031,1%
Segundo o Radar do Voto, Shilma Nunes (MDB) ficou como suplente de deputada federal por Minas Gerais em 2026, com 516 votos, pelo resultado oficial do TSE. Shilma Nunes (Shilma Nunes Gualberto) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputada federal, vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Unaí em 2016. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por MG: 3.130 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por MG, declarou R$ 113 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 10 mil em 2024 (57% com militância e mobilização de rua) e R$ 25 mil em 2022.
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A votação de Shilma Nunes Gualberto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Shilma Nunes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Unaí (MG) em 2012, 2016 e 2024, deputada estadual por Minas Gerais em 2022, e deputada federal por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 113 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil); R$ 21 mil já foram pagos. Em 2024, 57% dos R$ 10 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, R$ 25 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.