Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Delvito Alves (Delvito Alves da Silva Filho) disputou 8 eleições entre 1998 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Unaí em 2012; deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 36.382 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 153 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 162 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 130 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 63 mil em 2018 (40% com pessoal) e R$ 295 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
5.989 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de Delvito Alves da Silva Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 161 mil em receitas · R$ 162 mil em gastos contratados
Delvito Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2018 e 2022, e prefeito em Unaí (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 153 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 162 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 130 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Em 2018, 40% dos R$ 63 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 52% dos R$ 295 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 161 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 162 milcontratados
Gastos em 2018R$ 63 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 12 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil41,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE21.994GMG · 47 anos · Superior completo · Advogado · PST · nº 18676 · ver resultado completo
Coligação: PST / PSC / PSDC / PSD / PRP / PT do B
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE8.595GMG · 43 anos · Superior completo · Advogado · PMN · nº 33789 · ver resultado completo
Coligação: PAN / PMN / PRTB / PSC
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.