José Alberto Relojoeiro

Foto de José Alberto Borges da Silva
José Alberto Relojoeiro
José Alberto Borges da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2016 · PTN
47 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Relojoeiro e Montador de Instrumento de Precisão
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, José Alberto Relojoeiro (José Alberto Borges da Silva) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Três Marias/MG: 259 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Três Marias/MG, declarou R$ 1 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 600) e pessoal (R$ 565). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 80% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

45 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de José Alberto Borges da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

José Alberto Relojoeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Três Marias (MG) em 2012, e vereador em Três Marias (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 600) e pessoal (R$ 565). Em 2012, 80% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Três Marias (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 60051,5%
  • PessoalR$ 56548,5%
2012Prefeito, Três Marias (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 34% · empresas 61% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil80,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2888,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2206,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 1504,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892