Dr. Claudio

Foto de Claudio Cosme Pereira de Souza
Dr. Claudio
Claudio Cosme Pereira de Souza (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2022 · último partido DC
49 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Claudio (Cláudio Cosme Pereira de Souza) disputou 5 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Três Corações em 2016 e 2012; vereador de Três Corações em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 29.570 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 147 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 127 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 80 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 127 mil em 2016 e R$ 104 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

14.056 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Claudio Cosme Pereira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 147 mil em receitas · R$ 144 mil em gastos

Dr. Claudio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Três Corações (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010 e 2022, e prefeito em Três Corações (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 147 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 127 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 80 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2016, R$ 127 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 104 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 147 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 144 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 127 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 147 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 10% · pessoas 3% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 144 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 80 mil55,6%
  • Materiais impressosR$ 21 mil14,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil6,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 8 mil5,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil17,2%
2016Prefeito, Três Corações (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 127 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 20% · pessoas 4% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 127 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil21,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 19 mil15,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 9 mil7,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil7,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 35 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 63 mil49,2%
2012Prefeito, Três Corações (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 166 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 90% · empresas menos de 1% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil22,2%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil14,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil13,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 8 mil7,6%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 44 mil42,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 816 mil
342 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 5% · empresas 87% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 816 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 598 mil73,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 39 mil4,8%
  • Materiais impressosR$ 32 mil3,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil1,8%
  • Outras 9 categoriasR$ 132 mil16,2%
2008Vereador, Três Corações (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
empresas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil70,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 90417,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 741,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 17 doados a outros candidatos e partidosR$ 56911,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892