Julio Andre de Oliveira

Foto de Julio Andre de Oliveira
Julio Andre de Oliveira
2 eleições entre 2012 e 2016 · PMDB
39 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
Comparar

Andre Praxedão (Julio Andre de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Tiros em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Tiros/MG: 3.382 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Tiros/MG, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil), publicidade por adesivos (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 67 mil, 49% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.382 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Julio Andre de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 48 mil em receitas · R$ 48 mil em gastos contratados

Andre Praxedão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Tiros (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil) e publicidade por adesivos (R$ 14 mil). Em 2012, 49% dos R$ 67 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 48 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 48 milcontratados
Gastos em 2012R$ 67 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Tiros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 48 mil
doações de pessoas
pessoas 4% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil29,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 14 mil28,2%
  • Materiais impressosR$ 9 mil19,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil10,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil13,0%
2012Prefeito, Tiros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 87 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 42% · empresas 5% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 67 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil49,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 20 mil30,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil16,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil2,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil1,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Julio Andre de Oliveira (Andre Praxedão): candidaturas e votos · Radar do Voto