Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Taquinho da Prefeitura (Jose Eustaquio Matias) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em São Gonçalo do Pará/MG, com 2.945 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em São Gonçalo do Pará/MG, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 37 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 194 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 33 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 244 mil em receitas · R$ 55 mil em gastos contratados
Taquinho da Prefeitura declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Gonçalo do Pará (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 37 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 194 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 33 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil).
partido 2% · pessoas 15% · empresas 80% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 33 mil60,0%
Materiais impressosR$ 9 mil15,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil8,0%
Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil5,8%
Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil10,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.