- Serviços de terceirosR$ 35053,2%
- Publicidade por adesivosR$ 21933,3%
- Materiais impressosR$ 7110,8%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 182,7%
Nenzico (Weliton Geraldo Maia da Silva) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Geraldo da Piedade em 2008. A maior votação foi em 2004, para prefeito em São Geraldo da Piedade/MG: 480 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Geraldo da Piedade/MG, declarou R$ 658 em receitas: R$ 290 de outros recursos do partido, R$ 18 de doações privadas e R$ 350 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 658, principalmente com serviços de terceiros (R$ 350), publicidade por adesivos (R$ 219) e publicidade por materiais impressos (R$ 71). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 133 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 10 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Weliton Geraldo Maia da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nenzico declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Geraldo da Piedade (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 658 em receitas: R$ 290 de outros recursos do partido, R$ 18 de doações privadas e R$ 350 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 658, principalmente com serviços de terceiros (R$ 350) e publicidade por adesivos (R$ 219). Em 2012, 100% dos R$ 133 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 70% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.