Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cristina Correa (Mirian Cristina Corrêa Alves) disputou 5 eleições entre 2012 e 2022, para deputada federal, prefeita e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por MG: 32.296 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por MG, declarou R$ 607 mil em receitas: R$ 604 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 631 mil, principalmente com pessoal (R$ 381 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 134 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 52 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2018 (63% com militância e mobilização de rua) e R$ 170 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
5.155 votos em 2022 · 5 eleições
A votação de Mirian Cristina Correa Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 607 mil em receitas · R$ 631 mil em gastos contratados
Cristina Correa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Santa Luzia (MG) em 2012 e 2016, deputada estadual por Minas Gerais em 2014, e deputada federal por Minas Gerais em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 607 mil em receitas: R$ 604 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 631 mil, principalmente com pessoal (R$ 381 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 134 mil). Em 2018, 63% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2016, 51% dos R$ 170 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 607 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 631 milcontratados
Gastos em 2018R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 21% · pessoas 10% · empresas 69% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 449 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 112 mil25,0%
Materiais impressosR$ 111 mil24,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 80 mil17,8%
Publicidade por carros de somR$ 46 mil10,2%
Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 100 mil22,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2022SUPLENTE5.155GMG · 47 anos · Parda · Superior completo · Administrador · PDT · nº 1230 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2018SUPLENTE32.296GMG · 43 anos · Branca · Superior completo · Servidor Público Estadual · PT · nº 1330 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE29.588GMG · 39 anos · Preta · Superior completo · Professor e Instrutor de Formação Profissional · PT · nº 13013 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.