José Ribamar Gomes da Silva

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José Ribamar Gomes da Silva
3 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PODE
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
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Dr. Ribamar, Médico do Povo (José Ribamar Gomes da Silva) disputou 3 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por SP: 4.679 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Bernardo do Campo/SP, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil), serviços advocatícios (R$ 6 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 132 mil.

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Evolução da votação nas eleições

762 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de José Ribamar Gomes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 66 mil em receitas · R$ 62 mil em gastos

Dr. Ribamar, Médico do Povo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2018, e vereador em São Bernardo do Campo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil) e serviços advocatícios (R$ 6 mil). Em 2018, R$ 132 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 66 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 62 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 132 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Bernardo do Campo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 15% · partido e outras campanhas 45% · pessoas 16% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 62 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 41 mil66,0%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil9,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil2,5%
  • Materiais impressosR$ 1 mil1,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 13 mil20,2%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
sem doações de pessoas
FEFC menos de 1% · Fundo Partidário 1% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 132 mil
pago: R$ 120 mil (91%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil2,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 97 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 129 mil97,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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