- PessoalR$ 14 mil46,8%
- Materiais impressosR$ 6 mil21,4%
- Outras 4 categoriasR$ 9 mil31,8%
Joel Costa (Joel Gomes Costa) disputou 5 eleições entre 1994 e 2008, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Imperatriz em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por MA: 6.239 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Imperatriz/MA, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com pessoal (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil).
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A votação de Joel Gomes Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joel Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Imperatriz (MA) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com pessoal (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.