- Materiais impressosR$ 3 mil64,0%
- Serviços advocatíciosR$ 1 mil20,0%
- Serviços contábeisR$ 80016,0%

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal por Pernambuco, Marcelo Ramos (REDE) teve 7 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), serviços advocatícios (R$ 1 mil) e serviços contábeis (R$ 800). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Primeira candidatura
Esta pessoa estreia nas urnas em 2026: não há eleição anterior dela nos dados do TSE (1933–2026). Os dados vêm do registro de candidatura no TSE (as redes sociais são as que ela informou ao Tribunal).
Marcelo Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Pernambuco em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.