- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 10 mil66,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil21,3%
- Serviços advocatíciosR$ 1 mil6,7%
- Serviços contábeisR$ 8005,3%
- Outras 1 categoriaR$ 2menos de 0,1%

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal por Pernambuco, Sanchilis Oliveira (REDE) teve 31 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Sanchilis Oliveira (Sãnnchyllys Oliveira da Silva) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereador em Jaboatão dos Guararapes/PE: 213 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 51 mil em 2024 (61% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 590 em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sãnnchyllys Oliveira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sanchilis Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Escada (PE) em 2016, vereador em Jaboatão dos Guararapes (PE) em 2024, e deputado federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 3 mil); R$ 15 mil já foram pagos. Em 2024, 61% dos R$ 51 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2016, 51% dos R$ 590 em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.