- Serviços de terceirosR$ 527 mil28,9%
- Materiais impressosR$ 516 mil28,3%
- Serviços advocatíciosR$ 141 mil7,7%
- Publicidade por adesivosR$ 104 mil5,7%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 300 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 534 mil29,3%
Deputado Federal por Pernambuco · 1º turno
99,88% das urnas de Pernambuco apuradas às 22h04 (TSE)
98.456 votos (1,87% dos válidos)
20º lugar até agora, entre 360 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Guilherme Uchoa Junior (Guilherme Aristoteles Uchoa Cavalcanti Pessoa de Melo Junior) disputou 4 eleições entre 2004 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2022; deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por PE: 84.592 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por PE pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 527 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 516 mil) e serviços advocatícios (R$ 141 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2022 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 620 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Guilherme Aristoteles Uchoa Cavalcanti Pessoa de Melo Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Guilherme Uchoa Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2014 e 2018, e deputado federal por Pernambuco em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 527 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 516 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, 52% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 40% dos R$ 620 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.