Virgínia

Foto de Virgínia Helena de Oliveira Ramos
Virgínia
Virgínia Helena de Oliveira Ramos (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2024 · último partido PODE
57 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Virgínia (Virgínia Helena de Oliveira Ramos) disputou 4 eleições entre 2012 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Pouso Alegre/MG: 98 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Pouso Alegre/MG, declarou R$ 700 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 700). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 876, 99% com publicidade por placas, estandartes e faixas.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

6 votos em 2024 (anulados) · 4 eleições

A votação de Virgínia Helena de Oliveira Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 700 em receitas · R$ 700 em gastos contratados

Virgínia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Pouso Alegre (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 700 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 700). Em 2012, 99% dos R$ 876 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Gastos em 2016R$ 700contratados, campanha encerrada
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereadora, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereadora, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereadora, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 700
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 700
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 700100,0%
Ver a campanha anterior
2012Vereadora, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 876
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 876
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 86498,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 121,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892