- PessoalR$ 574 mil84,5%
- Transporte ou deslocamentoR$ 28 mil4,1%
- Materiais impressosR$ 26 mil3,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil3,8%
- Outras 6 categoriasR$ 26 mil3,8%

Segundo o Radar do Voto, Dr. Paulo (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 46.722 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Paulo (Paulo Valdir Ferreira) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022 e 2018; vice-prefeito de Pouso Alegre em 2016; vereador de Pouso Alegre em 2012. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MG: 70.569 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 756 mil em receitas: R$ 730 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 680 mil, principalmente com pessoal (R$ 574 mil), transporte ou deslocamento (R$ 28 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 249 mil em 2022 (48% com publicidade por adesivos) e R$ 103 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Valdir Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Pouso Alegre (MG) em 2012, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 756 mil em receitas: R$ 730 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 680 mil, principalmente com pessoal (R$ 574 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 28 mil); R$ 594 mil já foram pagos. Em 2022, 48% dos R$ 249 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2018, R$ 103 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.