Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Lucas (Lucas Campos de Siqueira) disputou 3 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Patrocínio em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Patrocínio/MG: 21.579 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Patrocínio/MG, declarou R$ 386 mil em receitas: R$ 106 mil de outras campanhas, R$ 63 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 216 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 148 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 29 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 18 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 320 mil.
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Evolução da votação nas eleições
21.579 votos em 2012 (eleito) · 3 eleições
A votação de Lucas Campos de Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 386 mil em receitas · R$ 148 mil em gastos contratados
Dr Lucas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Patrocínio (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 386 mil em receitas: R$ 106 mil de outras campanhas, R$ 63 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 216 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 148 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 29 mil). Em 2008, R$ 320 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 386 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 148 milcontratados
Gastos em 2008R$ 320 milcontratados, campanha encerrada
pessoas 32% · empresas 20% · próprios 35% · outras 13%
Gasto contratado
R$ 320 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 64 mil20,0%
Materiais impressosR$ 63 mil19,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil10,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 32 mil10,1%
Outras 16 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 127 mil39,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LPatrocínio, Minas Gerais · 37 anos · Superior completo · Médico · PPS · nº 231 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PTB / PSDB / PPS / PSB / PT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.