Segundo o Radar do Voto, Grego da Fundação (UNIÃO) foi eleito deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 96.385 votos, pelo resultado oficial do TSE. Grego da Fundação (Ioannis Konstantinos Grammatikopoulos) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2026 e 2022; prefeito de Muriaé em 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MG: 96.385 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 727 mil em receitas: R$ 104 mil de outros recursos do partido, R$ 613 mil de doações privadas (61 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 661 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 422 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 68 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 65 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 667 mil em 2022 e R$ 416 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
96.385 votos em 2026 (eleito) · 5 eleições
A votação de Ioannis Konstantinos Grammatikopoulos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 727 mil em receitas · R$ 661 mil em gastos contratados
Grego da Fundação declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Muriaé (MG) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 727 mil em receitas: R$ 104 mil de outros recursos do partido, R$ 613 mil de doações privadas (61 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 661 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 422 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 68 mil); R$ 661 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 667 mil em gastos; em 2020, R$ 416 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Receitas em 2026R$ 727 milparcial, até 04/10/2026
Gastos em 2026R$ 661 milcontratados, parcial; R$ 661 mil pagos
Gastos em 2022R$ 667 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 2% · pessoas 1% · empresas 36% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 152 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 46 mil30,5%
Cessão ou locação de veículosR$ 27 mil17,4%
Publicidade por jornais e revistasR$ 19 mil12,5%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 17 mil11,2%
Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 43 mil28,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.