7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido CIDADANIA
86 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Humberto Souto (Humberto Guimarães Souto) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Montes Claros em 2020 e 2016; deputado federal em 2006 e 1994. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Montes Claros/MG: 177.592 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Montes Claros/MG, declarou R$ 956 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 86 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 170 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 949 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 235 mil), serviços de terceiros (R$ 198 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 110 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 695 mil em 2016 e R$ 770 mil em 2014.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
177.592 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições
A votação de Humberto Guimarães Souto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 956 mil em receitas · R$ 949 mil em gastos contratados
Humberto Souto declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Montes Claros (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 956 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 86 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 170 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 949 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 235 mil) e serviços de terceiros (R$ 198 mil). Em 2016, R$ 695 mil em gastos contratados; em 2014, 56% dos R$ 770 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2020R$ 956 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 949 milcontratados
Gastos em 2016R$ 695 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 4% · empresas 1% · próprios 78% · outras 15%
Gasto contratado
R$ 277 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 102 mil37,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 58 mil20,8%
Publicidade por carros de somR$ 28 mil10,1%
Serviços de terceirosR$ 15 mil5,5%
Outras 13 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 73 mil26,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1994ELEITO92.111GMG · 60 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 2570 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.