Crislanio Fagundes Morais

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Crislanio Fagundes Morais
2 eleições entre 2008 e 2012 · PHS
35 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Professor de Ensino Médio
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Crizim (Crislanio Fagundes Morais) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Monte Formoso em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Monte Formoso/MG: 106 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Monte Formoso/MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 561 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 582), baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 379) e publicidade por materiais impressos (R$ 182). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 840, 54% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

100 votos em 2012 · 2 eleições

A votação de Crislanio Fagundes Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Crizim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Monte Formoso (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 561 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 582) e baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 379). Em 2008, 54% dos R$ 840 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2012R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 840contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Monte Formoso (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 75% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 58221,9%
  • Materiais impressosR$ 1826,8%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 34 doados a outros candidatos e partidosR$ 2 mil71,3%
2008Vereador, Monte Formoso (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 840
8 doadores pessoas físicas
pessoas 74% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 840
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10011,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 74088,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Crislanio Fagundes Morais (Crizim): candidaturas e votos · Radar do Voto