Juliano Carvalho Paes

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Juliano Carvalho Paes
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PRB
37 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
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Juliano Paes (Juliano Carvalho Paes) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Machado em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Machado/MG: 3.066 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Machado/MG, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 390 de outros recursos do partido, R$ 65 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil), militância e mobilização de rua (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 54% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

955 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Juliano Carvalho Paes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 74 mil em receitas · R$ 88 mil em gastos contratados

Juliano Paes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Machado (MG) em 2008, e prefeito em Machado (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 390 de outros recursos do partido, R$ 65 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 13 mil). Em 2008, 54% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 74 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 88 milcontratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Machado (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 74 mil
43 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 88% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 88 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil14,9%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil9,1%
  • Materiais impressosR$ 8 mil9,0%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil1,1%
  • Materiais impressosR$ 3900,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 57 mil65,4%
2008Vereador, Machado (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 35012,5%
  • Serviços de terceirosR$ 1003,6%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 253 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil84,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885