Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dona Fatinha (Maria de Fátima Martins) disputou 1 eleição, em 2012, para vereadora em Lambari/MG, com 21 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em Lambari/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 984 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 230 de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 300), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 254) e combustíveis e lubrificantes (R$ 230).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados
Dona Fatinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Lambari (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 984 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 230 de doações privadas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 300) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 254).
partido e outras campanhas 65% · pessoas 15% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 30025,8%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25421,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 23019,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16013,7%
Outras 2 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 22118,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.