Rosangela Rosa Coelho da Rocha Castro (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PATRIOTA
61 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Vereador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rosa da Fazendinha (Rosângela Rosa Coelho da Rocha Castro) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Lagoa Santa em 2004. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Lagoa Santa/MG: 594 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Lagoa Santa/MG, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 420 de outras campanhas e R$ 24 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2012 e R$ 25 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
266 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Rosangela Rosa Coelho da Rocha Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados
Rosa da Fazendinha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Lagoa Santa (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 420 de outras campanhas e R$ 24 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Em 2012, R$ 16 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 25 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 24 milcontratados
Gastos em 2012R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 48% · empresas 47% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 9 mil38,3%
PessoalR$ 6 mil22,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil8,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil7,8%
Outras 3 categoriasR$ 6 mil23,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE378LLagoa Santa, Minas Gerais · 45 anos · Superior completo · Decorador · PSD · nº 41888 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.