Bruno Siqueira (Bruno de Freitas Siqueira) disputou 7 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Juiz de Fora em 2016 e 2012; deputado estadual em 2010; vereador de Juiz de Fora em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Juiz de Fora/MG: 163.686 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 781 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 957 do Fundo Partidário e R$ 680 mil de doações privadas (48 doadores). Os gastos contratados somam R$ 774 mil, principalmente com pessoal (R$ 409 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 134 mil) e publicidade por adesivos (R$ 83 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2016 e R$ 1,2 milhão em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
26.515 votos em 2018 · 7 eleições
A votação de Bruno de Freitas Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 781 mil em receitas · R$ 774 mil em gastos
Bruno Siqueira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Juiz de Fora (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010 e 2018, e prefeito em Juiz de Fora (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 781 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 957 do Fundo Partidário e R$ 680 mil de doações privadas (48 doadores). Os gastos contratados somam R$ 774 mil, principalmente com pessoal (R$ 409 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 134 mil). Em 2016, R$ 1 milhão em gastos contratados; em 2012, 43% dos R$ 1,2 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2018R$ 781 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 774 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milhãocontratados, campanha encerrada
Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil43,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO2.937LJuiz de Fora, Minas Gerais · 26 anos · Superior completo · Engenheiro · PMDB · nº 15622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.