Segundo o Radar do Voto, Antônio Adonis (PRD) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 1.349 votos, pelo resultado oficial do TSE. Antônio Adonis (Antônio Adônis Pereira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Juatuba em 2020, 2016 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Juatuba/MG: 8.949 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 106 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 37 mil), militância e mobilização de rua (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 117 mil em 2020 e R$ 82 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
1.349 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de Antônio Adônis Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 109 mil em receitas · R$ 67 mil em gastos contratados
Antônio Adonis declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Juatuba (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 106 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 37 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 15 mil); R$ 54 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 117 mil em gastos; em 2016, 47% dos R$ 82 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Receitas em 2026R$ 109 milparcial, até 04/10/2026
Gastos em 2026R$ 67 milcontratados, parcial; R$ 54 mil pagos
Gastos em 2020R$ 117 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 44% · pessoas 43% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 3 mil4,7%
Materiais impressosR$ 2 mil2,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil2,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil2,2%
Outras 5 categoriasR$ 62 mil88,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.