Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Teofilo Torres (Teofilo Faustino Miranda Torres Duarte) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em João Monlevade/MG e foi eleito com 25.170 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em João Monlevade/MG, declarou R$ 297 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 66 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 123 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil), transporte ou deslocamento (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 297 mil em receitas · R$ 81 mil em gastos contratados
Teofilo Torres declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em João Monlevade (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 297 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 66 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 123 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 10 mil).
Fundo Partidário 34% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 22% · empresas 41% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 21 mil25,7%
Transporte ou deslocamentoR$ 10 mil12,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil9,1%
Correspondências e despesas postaisR$ 7 mil8,9%
Outras 12 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar" e R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 36 mil43,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.