Maurílio Arruda (Maurílio Neris de Andrade Arruda) disputou 4 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Januária em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Januária/MG: 15.598 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Januária/MG, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 33 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 16 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2014 (72% com publicidade por materiais impressos) e R$ 28 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
5.503 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Maurilio Neris de Andrade Arruda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 48 mil em receitas · R$ 48 mil em gastos contratados
Maurílio Arruda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Januária (MG) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 33 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Em 2014, 72% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 79% dos R$ 28 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 48 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 48 milcontratados
Gastos em 2014R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 70% · pessoas 25% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Outras 1 categoriaR$ 13 mil100,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.