- Materiais impressosR$ 17 mil13,5%
- PessoalR$ 7 mil6,0%
- Materiais impressosR$ 2 mil1,2%
- Locação de imóveisR$ 6500,5%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 97 mil78,8%
Manoel Jorge (Manoel Jorge de Castro) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Januária em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Januária/MG: 15.305 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Januária/MG, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 109 mil de outras campanhas, R$ 600 de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 36 mil), baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 28 mil) e baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 99% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Manoel Jorge de Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Manoel Jorge declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Januária (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 109 mil de outras campanhas, R$ 600 de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 36 mil) e baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 28 mil). Em 2008, 99% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.