- PessoalR$ 18 mil31,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil26,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil16,7%
- Materiais impressosR$ 5 mil9,2%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil16,3%
Joãozinho Lima (João Ferreira Lima Filho) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Januária em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Januária/MG: 6.964 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Januária/MG, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 47 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 53 mil em 2016 e R$ 6 mil em 2012.
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A votação de João Ferreira Lima Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joãozinho Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Januária (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 47 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil). Em 2016, R$ 53 mil em gastos contratados; em 2012, 57% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.