Carlinhos Detetive

Foto de Carlos Antônio Lopes
Carlinhos Detetive
Carlos Antônio Lopes (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PT
55 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlinhos Detetive (Carlos Antônio Lopes) disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Galiléia em 2020 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 1.252 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Galiléia/MG, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 352 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 980 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 350), combustíveis e lubrificantes (R$ 319) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 31). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2016 (62% com publicidade por materiais impressos) e R$ 22 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

98 votos em 2020 (eleito) · 9 eleições

A votação de Carlos Antônio Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 700 em gastos

Carlinhos Detetive declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Galiléia (MG) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Minas Gerais em 2014, e vereador em Galiléia (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 352 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 980 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 350) e combustíveis e lubrificantes (R$ 319). Em 2016, 62% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 55% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 700campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Galiléia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 26% · pessoas 74%
Gasto contratado
R$ 700
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 35050,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31945,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 314,5%
2016Prefeito, Galiléia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
pessoas 41% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil61,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil19,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil10,7%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 8007,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 460,4%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 24% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 12 mil54,8%
  • PessoalR$ 2 mil9,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil6,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil22,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, Galiléia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
14 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 43% · empresas menos de 1% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil48,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil33,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil10,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil5,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 2891,5%
2008Prefeito, Galiléia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
17 doadores pessoas físicas
pessoas 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil22,8%
  • Materiais impressosR$ 2 mil21,8%
  • Serviços de terceirosR$ 5666,2%
  • Materiais de expedienteR$ 1211,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil47,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1996 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892