Maria Helena Serafim Costa

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Maria Helena Serafim Costa
3 eleições entre 2012 e 2020 · PSL
56 anos em 2020 · Feminino · Ensino fundamental completo
Dona de Casa
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Helena Serafim (Maria Helena Serafim Costa) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereadora em Ferros/MG: 18 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Ferros/MG, declarou R$ 1 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 840), serviços advocatícios (R$ 125) e serviços contábeis (R$ 125). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 749 em 2016 (64% com militância e mobilização de rua) e R$ 4 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

18 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Maria Helena Serafim Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Helena Serafim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Ferros (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 840) e serviços advocatícios (R$ 125). Em 2016, 64% dos R$ 749 em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2012, R$ 4 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 749contratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Ferros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 84070,5%
  • Materiais impressosR$ 917,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 26021,9%
2016Vereadora, Ferros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 749
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 749
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 48064,1%
  • Serviços de terceirosR$ 22530,0%
  • Materiais impressosR$ 445,9%
2012Vereadora, Ferros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 mil29,6%
  • Materiais impressosR$ 75018,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil51,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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