Jorge Torquato

Foto de Jorge Tarcisio Torquato
Jorge Torquato
Jorge Tarcisio Torquato (nome civil)
8 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PV
66 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge Torquato (Jorge Tarcísio Torquato) disputou 8 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 10.590 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Divinópolis/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 860 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), pessoal (R$ 445) e publicidade por adesivos (R$ 125). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2014 (99% com publicidade por materiais impressos) e R$ 20 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

320 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Jorge Tarcisio Torquato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Jorge Torquato declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Divinópolis (MG) em 2008 e 2012, deputado federal por Minas Gerais em 2010, 2014 e 2018, e vereador em Divinópolis (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 860 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 445). Em 2014, 99% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 45% dos R$ 20 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil75,5%
  • PessoalR$ 44519,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 1255,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 56% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil98,8%
  • PessoalR$ 220,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 180,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 43% · empresas 9% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil44,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 9 mil44,6%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil10,7%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
sem doações de pessoas
empresas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil61,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil18,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil17,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2501,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 1500,9%
2008Prefeito, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil57,8%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil25,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil6,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil6,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 6213,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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