Silvinho Sanffer

Foto de Silvinho Salvador da Silva
Silvinho Sanffer
Silvinho Salvador da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PDT
46 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Silvinho Sanffer (Silvinho Salvador da Silva) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Curvelo/MG: 146 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Curvelo/MG, declarou R$ 874 em receitas: R$ 271 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 503 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 874, principalmente com pessoal (R$ 250), militância e mobilização de rua (R$ 247) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 609, 87% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

127 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Silvinho Salvador da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 874 em receitas · R$ 874 em gastos contratados

Silvinho Sanffer declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Curvelo (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 874 em receitas: R$ 271 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 503 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 874, principalmente com pessoal (R$ 250) e militância e mobilização de rua (R$ 247). Em 2012, 87% dos R$ 609 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 874campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 874contratados
Gastos em 2012R$ 609contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Curvelo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 874
doações de pessoas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 11% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 874
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 25028,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 24728,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 20022,9%
  • Materiais impressosR$ 17119,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 60,7%
2012Vereador, Curvelo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 709
doações de pessoas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 14% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 609
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 53287,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7712,6%
  • Materiais de expedienteR$ 10,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892