- Militância e mobilização de ruaR$ 16 mil59,1%
- PessoalR$ 6 mil23,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil6,6%
- Materiais impressosR$ 2 mil5,8%
- Outras 3 categoriasR$ 1 mil5,0%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, George Hilton (George Hilton dos Santos Cecílio) disputou 8 eleições entre 1998 e 2020, para vereador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 146.792 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 35,7 milhões empenhados em 34 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019, para 59 municípios; 91% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para vereador em Contagem/MG, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 28 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 16 mil), pessoal (R$ 6 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2018 (80% com serviços de terceiros) e R$ 498 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de George Hilton dos Santos Cecílio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
George Hilton declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018, prefeito em Contagem (MG) em 2012, e vereador em Contagem (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 28 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 16 mil) e pessoal (R$ 6 mil). Em 2018, 80% dos R$ 1,2 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 498 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, George Hilton teve R$ 35,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 34 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 59 municípios. Já foram pagos R$ 32,5 milhões (91%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (48%). As cidades que mais receberam foram Carmo do Cajuru, Belo Horizonte e Padre Carvalho.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 10,1 milhões | R$ 9 milhões | 89% | 10 | 5 |
| 2018 | R$ 13,2 milhões | R$ 11,5 milhões | 87% | 15 | 34 |
| 2017 | R$ 12,4 milhões | R$ 11,8 milhões | 95% | 9 | 27 |
| Total | R$ 35,7 milhões | R$ 32,3 milhões | 90% | 34 | 59 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.