Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Débora do Mário (Débora de Oliveira Silva Souza) disputou 1 eleição, em 2012, para vereadora em Caxambu/MG, com 143 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em Caxambu/MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 753 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 200).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Débora do Mário declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Caxambu (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 753 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400).
partido e outras campanhas 15% · pessoas 69% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil71,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40013,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2006,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1103,7%
Outras 2 categoriasinclui R$ 60 lançados como "diversas a especificar"R$ 1605,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.