Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fuad (Fuad Sacramento Zamot) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Caxambu/MG, com 2.961 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Caxambu/MG, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 41 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 150 de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 7 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 58 mil em receitas · R$ 48 mil em gastos contratados
Fuad declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Caxambu (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 41 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 150 de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil).
partido e outras campanhas 71% · pessoas 16% · empresas menos de 1% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil21,7%
Materiais impressosR$ 8 mil16,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 7 mil13,8%
Publicidade por carros de somR$ 5 mil10,4%
Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil37,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.